Tarô, Autoconhecimento, Inconsciente (por Jung)

E como falar de tarô, sem falar de Jung?
Como psicanalista, não posso deixar de falar sobre acerca dessa arte milenar pela ótica Junguiana que tanto aprecio.
O livro Jung e o Tarô, fala sobre a sociedade e sua falta de significação, do estreitamento da consciência pela racionalidade exacerbada, hostilizando o inconsciente e suas forças ocultas no âmbito individual e coletivo.
Toda essa falta de significado e racionalidade exacerbada por sua vez, vem trazendo a insanidade e desorientação mental.
Jung afirma ainda que somente mediante um trabalho continuado para o aumento da consciência o homem encontrava o seu maior significado e a realização dos seus valores mais altos.
Jung dava grande valor a todos os caminhos não-racionais para esse aumento de consciência, o caminho do autoconhecimento, dentre eles o Tarô também faz parte desse caminho, que tem sua origem e antecipação nos padrões profundos do inconsciente coletivo, com acesso a potenciais de maior percepção à disposição de acesso.
O Taro caracteriza-se por um baralho de cartas misterioso de origem desconhecida. Com mais de seis séculos de existência, é o antepassado direto das nossas modernas cartas de jogar. Seu diferencial esta nas figuras e cartas a mais que no baralho de números somente.
 TARÔ TERAPÊUTICO ON-LINE TARÓLOGA PAULA PINHEIRO
Nele se fala o papel que figuras sempre estiveram em nossas vidas, em nossos sonhos, os personagens do Tarô parecem estar gritando para nos chamar a atenção.
Quando aparecem em uma jogada uma determinada carta, ela geralmente quer mostrar algum aspecto negligenciado de nós mesmos em busca de reconhecimento.
Assim como nos sonhos, as personalidades do Tarô introduziram-se em nossa auto-satisfação a fim de trazer-nos mensagens de grande importância; mas o homem moderno, imerso como está numa cultura verbal, acha a linguagem pictórica não-verbal do Tarô difícil de decifrar.
A viagem pelas cartas do Tarô é como uma viagem às nossas próprias profundezas. O que vemos é muito mais profundo que mera adivinhação do futuro, uma resposta sim ou não, é um aspecto do nosso mais profundo e elevado eu.
Portanto, encaremos esses jogos com seriedade necessária, em especial aos tarólogos de hoje dia. Não achando-se o dono da verdade, atentando-se a passar o que vê, sem delongas ou misticismo.
Aos que buscam o tarô, entendam que nada é fatídico. Uma boa interpretação é a que sentirem na alma, ouvirem coisas que te toquem ao coração. Sempre alertas a premonições catastróficas, pois o verdadeiro tarô não responde dessa forma a ninguém.

Paula Pinheiro
Taróloga, Psicanalista, Facilitadora em Constelações Familiares/Organizacionais e Doula Parto.
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